https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/issue/feed Terr@ Plural 2022-05-16T19:08:19+00:00 Editores terraplural@uepg.br Open Journal Systems <p style="text-align: justify;">A Revista Terr@ Plural tem a missão de publicar conteúdos cientí­ficos relacionados às áreas de Gestão do Território e Geografia que contribuam com o desenvolvimento do conhecimento teórico e metodológico destes campos de saber. Também visa estimular o debate acadêmico e ampliar as relações com profissionais de todas as regiões do Brasil e do exterior. A revista é uma publicação contínua online composta pelas seções de artigos, ensaios, notas científicas, entrevistas e resenhas. Permite-se o arquivamento de artigos publicados em repositórios institucionais, repositórios temáticos ou páginas web pessoais na versão pdf baixados do site da revista.</p> https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17265 Territorialidades simbólicas em um terreiro de candomblé: a morfologia de um espaço sagrado 2022-02-17T16:20:40+00:00 Maglandyo da Silva Santos magdanca@gmail.com Otávio José Lemos Costa otavio.costa@uece.br <p>Este trabalho evidencia territorialidades simbólicas de um terreiro de candomblé com dimensões espaciais fluídas, situado na cidade de Cajazeiras, Paraíba. As vivências partem da pesquisa de campo de cunho etnográfico realizada entre janeiro e abril de 2020. Delineamos a morfologia do espaço sagrado representado por geossímbolos e seus significados, que remetem à mitologia dos <em>òrìṣà</em> africanos, resgatados no terreiro. Descrevemos ainda, na perspectiva da microterritorialidade de Costa (2017), geossímbolos fora do terreiro, acessados eventualmente por ocasião ritual, revelando uma extensão simbólica do território que transgride determinações previamente construídas e constrói novos espaços identitários.</p> 2022-02-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17336 Mapeando as pesquisas no domínio teórico da Arquitetura da Paisagem entre 1965 e 2018 2022-02-17T16:20:43+00:00 Ariel Pinto contatoarielpinto@gmail.com Eliane Guaraldo eliane.guaraldo@gmail.com <p>Pretendeu-se analisar como a Arquitetura da Paisagem, enquanto campo da ciência, reúne produções e perspectivas inovadoras ao pensamento e prática do tratamento da paisagem. Empregada inicialmente para diagnosticar e descrever a estrutura da paisagem, atualmente, tornou-se um campo de pesquisa integrado na abordagem das diversas questões ambientais e de sociodiversidade. Para representar a estrutura de conhecimento e a evolução da Arquitetura da Paisagem foram utilizados os softwares de análise CiteSpace e VOSviewer, que apontaram a insurgência de questões relativas a Serviços Ecossistêmicos, o que desencadeia novos debates sobre o planejamento e gerenciamento da paisagem.</p> 2022-02-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17513 O turismo de adultos idosos, pós-globalização e transição: México e o mundo, 2020-2050 2022-02-17T16:20:44+00:00 Francisco LLERA fllera@uacj.mx Angeles López-Nórez angeles.lopez@uacj.mx Aurora Irma Máynez Guaderrama amaynez@uacj.mx <p>O objetivo deste trabalho é identificar as novas tendências da atividade turística para as próximas três décadas a partir das mudanças demográficas que a sociedade mexicana e outras sociedades passarão nesse período. A pesquisa qualitativa realizou uma análise comparativa da informação documental acadêmica e periódica complementada com entrevistas com tomadores de decisão na área de turismo do México e Estados Unidos. O trabalho identificou que os principais fatores que sem dúvida influenciarão a transformação do turismo serão, além das mudanças demográficas, as condições de desigualdade geradas pelo modelo de globalização e os efeitos da pandemia COVID-19. Os resultados sugerem que a atividade turística terá o desafio de se reinventar, voltando-se para o que é considerado local-regional e para um segmento mais exigente como o da Terceira Idade, para deixar para trás os ingredientes massivos que o turismo priorizou.</p> 2022-02-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17594 Implantação do Centro Industrial Norte (CIN) em Feira de Santana, BA: características, mudanças e interações espaciais 2022-02-17T16:20:45+00:00 Janio Santos janiosantos@yahoo.com.br ‪Jaqueline Santos Bastos jack_fsabastos@hotmail.com <p>Este artigo analisa as mudanças na atividade industrial em Feira de Santana, em especial relativas à implantação do Centro Industrial Norte (CIN), suas características e consequências socioeconômicas. O Centro Industrial Subaé (CIS), primeiro da cidade, foi instalado na década de 1970 e, no decorrer dos anos, percebem-se interesses em expandir essa dinâmica para outras áreas, como o Setor Norte, que não era objeto de intervenções, até então.&nbsp; A chegada das indústrias ocorreu de modo paulatino a partir de 2010 no CIN e a escolha da área se deu pela localização, incentivos e alterações na lei de uso do solo urbano. As indústrias mantêm interações espaciais com outras áreas e tal dinâmica atrai novas fábricas, isso dentro do contexto de acumulação flexível.</p> 2022-02-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17608 Entre Parques e Reservas: o processo de criação e a participação na gestão em Unidades de Conservação estaduais do Amazonas 2022-02-17T16:20:47+00:00 Adnilson de Almeida Silva adnilson@unir.br Alex Almeida Coelho alexfonteboa@gmail.com <p>Este estudo analisa questões relacionadas à criação e ao processo de participação da população local na gestão de três Unidades de Conservação (UCs) estaduais do Amazonas. Os dados foram levantados em duas Unidades de Uso Sustentável, as Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Uatumã e Juma, e o Parque Estadual (PAREST) do Rio Negro Setor Norte, nos anos de 2011 e 2012. Foram realizados levantamentos de campo, apoiados em entrevistas abertas e semiestruturadas, observação direta e participante sobre o processo de criação das Unidades e a participação das populações locais na gestão das UCs. Nossos dados apontam que, em alguns casos, os sujeitos atuam na gestão por meio de uma “gestão participativa”, mas não participante, como por exemplo na construção dos planos de gestão, em que as populações locais são envolvidas, por meio de “participação passiva”, como fonte de informação ou mesmo para aprovação das propostas, porém sem a participação ativa no processo de criação e gestão da Unidade.</p> 2022-02-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17761 Avaliação das alterações da cobertura vegetal e sua correlação com o entorno através de geotecnologias: estudo de caso do Jardim Botânico de Brasília 2022-02-17T16:20:49+00:00 Bruno Silva Ferreira brunosf.89@gmail.com Jéssica Rabito Chaves jessica.chaves@ufms.br Isadora Taborda Silva isah.taborda@gmail.com Gisele Aparecida Nogueira Yallouz giseleno@terra.com.br Caroline Ayumi Kobayashi Pimenta carolinekpimenta@hotmail.com Aíla Christy Matias França ailachristym@gmail.com Dhonatan Diego Pessi dhonatan.pessi@gmail.com Antonio Conceição Paranhos Filho antonio.paranhos@ufms.br Eliane Guaraldo eliane.guaraldo@gmail.com <p>Este estudo avaliou a variação da fitomassa no Jardim Botânico de Brasília (BBG) de 1984 a 2017 e a relação interativa com o entorno. A análise quantitativa da fitomassa foi realizada utilizando 35 imagens da série LandSat TM/ETM+/OLI, obtendo-se a variação dos índices de vegetação por diferença normalizada - Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI). Foi identificada a supressão da vegetação no entorno e comprovada a eficácia da preservação do BBG e da Estação Ecológica do BBG (BBGES). Também foi observada uma maior variação do NDVI do BBG próximo à borda de contato com a malha urbana, o que sugere a influência negativa do processo de urbanização e simultaneamente a importância da proximidade do BBGES para a preservação da área do BBG. Discrepâncias entre a proteção ambiental e o uso da terra apontam para a premente necessidade de criar mecanismos de diálogo entre urbanização e proteção de áreas verdes.</p> 2022-02-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17978 Problemas na determinação da relevância de cavidades naturais subterrâneas desenvolvidas em diferentes litotipos a partir das feições geológicas: inconsistências na legislação 2022-02-17T16:20:50+00:00 Laís Luana Massuqueto lais.massuqueto@gmail.com Henrique Simão Pontes henriquegeografo@gmail.com <p>Este artigo estima a relevância de cavidades naturais subterrâneas desenvolvidas em contextos litológicos distintos (carbonático, siliciclástico, ferrífero e granítico) a partir do Decreto 6.640/2008 e Instrução Normativa do Ministério do Meio Ambiente nº2/2017, considerando apenas suas feições geológicas. O método foi aplicado em oito cavernas, duas para cada litotipo. Foi analisado se os critérios adotados para a avaliação do grau de relevância são eficientes quando apenas as feições geológicas são consideradas. Analisando apenas as geoformas, as oito cavidades estudadas foram classificadas como de baixa relevância, pois nenhuma atingiu o resultado minimamente significativo. No entanto, a partir de um inventário da geodiversidade foi possível averiguar que estas cavernas apresentam importantes elementos geológicos e não poderiam ser classificadas como de baixa relevância, quando da análise destes atributos isoladamente. Assim, há inconsistências na IN MMA nº2/2017 na avaliação dos aspectos da geodiversidade de cavernas, havendo necessidade de rever os grupos de atributos e parâmetros avaliativos na normativa, objetivando métodos mais precisos, sobretudo os relacionados aos aspectos da geodiversidade subterrânea.</p> 2022-02-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/18130 Avaliação em escala regional da geodiversidade da Aglomeração Urbana do Sul e seus municípios, litoral do Rio Grande do Sul, Brasil 2022-02-17T16:20:52+00:00 Daniel Trespach Porto portodt@outlook.com <p>O objetivo deste estudo foi a realização de uma avaliação em escala regional da geodiversidade da Aglomeração Urbana do Sul (AUSul), litoral do Rio Grande do Sul, e de seus municípios constituintes, através de um índice de geodiversidade e da ocorrência e distribuição de seus elementos na região. Tem-se mostrado importante a compreensão das relações entre componentes abióticos e destes com o sistema natural, principalmente em zonas costeiras e áreas densamente ocupadas, como aglomerações urbanas, podendo subsidiar políticas de conservação, preservação e desenvolvimento regional sustentável. Para construção do índice, foram definidos qualitativamente os elementos abióticos considerados mais relevantes para as características da região e a disponibilidade de dados compatíveis com a escala 1:250.000. Posteriormente, os mesmos foram tratados com métodos de álgebra de mapas, resultando nos mapas dos subíndices relativos à geologia, topografia e geomorfologia, hidrografia e solos por município, e o índice de geodiversidade de cada município e da região. Os resultados indicam os municípios situados no Planalto Sul-Rio-Grandense e na interface com a Planície Costeira com os maiores índices, sendo influenciados pela maior diversidade de unidades geológicas, tipos de relevo, variações altimétricas e de feições hidrográficas. Apesar da significativa ocorrência de grandes áreas úmidas nos municípios da Planície Costeira, seus índices foram os mais baixos. O estudo mostrou-se útil para o entendimento da geodiversidade da AUSul, apontando áreas para estudos em escalas maiores e macrozoneamentos, além da necessidade de complementação com métodos que incorporem características subjetivas da geodiversidade.</p> 2022-02-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17446 Clima e COVID 19: as relações entre a temperatura do ar, radiação solar e os novos casos diários em Ponta Grossa, PR. 2022-02-17T16:20:54+00:00 Gilson Campos Ferreira da Cruz gilsoncruz@uepg.br <p>O mundo vive um momento de apreensão, que teve início no final de 2019<br>e que se estendeu por todo os anos de 2020/21, o qual corresponde ao período da<br>pandemia da Covid 19. A doença chegou ao Brasil no final de fevereiro e se espalhou<br>por todo o país. Em Ponta Grossa, o primeiro caso de transmissão comunitária<br>ocorreu em 26/05/2020. A partir desta data foi possível estabelecer correlações<br>entre o Clima e a Covid 19, considerando as variáveis: temperatura do ar (máxima,<br>média e mínima) e radiação solar, objetivo geral deste trabalho. Com a elaboração<br>de gráficos e tratamento estatístico dos dados, foi possível determinar a correlação<br>entre as variáveis climáticas e os novos casos diários da Covid 19. Ressalta-se que é<br>necessário dar continuidade à pesquisa para compreender melhor o momento que<br>estamos vivendo e as relações supracitadas.</p> 2022-02-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/15873 Estudo de caso sobre estratégias de ação do PIBID no ensino de Geografia a partir da percepção de alunos 2022-02-17T16:20:55+00:00 Jodainy Gregorio Ferreira jodainygregorio@hotmail.com Rosana das Graças de Souza sanadesouza@yahoo.com.br Gisele Barbosa Santos barbosadossantosgisele@gmail.com <p>Neste artigo analisa-se a experiência ocorrida no PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) entre os anos de 2018 até janeiro de 2020 na EE Francisco Bernardino, em Juiz de Fora (MG). Buscou-se apreender a percepção de estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio e apontar alternativas para a promoção de aulas mais atrativas e próximas de seu cotidiano. Posteriormente identificou alternativas de natureza teórica e prática para a elaboração de materiais e métodos didáticos que proporcionassem dinamicidade aos conteúdos abordados nas turmas do 6º ano. Os principais indicadores de maior atratividade foram: temáticas mais próximas do cotidiano dos estudantes; maior exposição de fenômenos naturais e sociais do espaço vivido; mais atividades extramuros. Ao longo de 2019 foram realizadas oficinas de música e poesia e o “globo em suas mãos”, o Jogo Geográfico da Paisagem, elaboração do Atlas Escolar Francisco Bernardino; trabalhos de campo como visita à Estação Climatológica da UFJF e estudo do relevo e sua interação com o Espaço Urbano de Juiz de Fora, empregando maquetes e mapas. Concluiu-se que a elaboração de um repertório de atividades didáticas para o ensino de Geografia tendo como referência o interesse dos estudantes da escola integrados aos saberes de formação acadêmicos dos pibidianos contribuiu de maneira significativa para que o processo de ensino-aprendizagem ocorresse de maneira mais fluida.</p> 2022-02-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/19652 Regionalismo e Integração Regional na América do Sul: uma discussão sobre as dificuldades e divergências ideológicas (2000-2016) 2022-03-29T16:24:55+00:00 Higor Ferreira Brigola higorbrigola@gmail.com <p>Este artigo analisa a integração regional na América do Sul e discute as principais dificuldades e obstáculos até 2016. No decorrer dos anos 2000, com a chamada Onda Rosa, ocorreu a ascensão de diversos governos de esquerda e centro-esquerda na região, os quais se dedicaram a formalização de iniciativas de integração regional para projetar a América do Sul como um polo de poder no cenário internacional. Contudo, essas iniciativas não eram homogêneas no tocante aos seus aspectos ideológicos, gerando certos contrastes entre as mesmas. Ainda com o declínio dos governos de esquerda e centro-esquerda na região, no período entre 2011 e 2016, as iniciativas se enfraquecerem gradativamente, ocorrendo um revés na integração regional no subcontinente.</p> 2022-03-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17390 O Espaço Híbrido em Santa Maria (RS): experienciando a cidade como jogador de Pokémon Go 2022-03-29T16:29:33+00:00 Leonardo Berté Nunes leonardoberte0@gmail.com Benhur Pinós da Costa benpinos@gmail.com <p>Estudamos o jogo para <em>smartphones</em> <em>Pokémon Go</em> pelo viés da fenomenologia e da experiência do jogador. A experiência constitui e é constituída pelo conceito de espaço híbrido, dado pela presença e pelo movimento do jogador nos espaços ‘real’ e ‘virtual’. Operacionalizamos a pesquisa por <em>auto-narrativas</em> produzidas pelo autor principal do artigo em suas ações como jogador no espaço urbano de Santa Maria (RS). Verificamos que existe uma importância crucial do corpo e do movimento para a produção da experiência e que o espaço híbrido, conformado na prática de jogar, amplia a rede de significados do espaço urbano. Ademais, notamos uma relação entre a prática de <em>Pokémon Go</em> e o conceito de geograficidade, que denominamos de ‘geograficidade híbrida’.</p> 2022-03-29T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/19892 A utilização do SIG Web Vicon como ferramenta de comunicação de risco e desastre 2022-05-16T18:42:28+00:00 Murilo Noli da Fonseca murilonoli@gmail.com Fabiane Aline Acordes fabiane.acordes@gmail.com <p>A gestão de risco e desastres envolve grande quantidade de dados que precisam ser coletados, tratados e analisados, a fim de se transformar em informação que resulte em medidas eficazes de redução de riscos e prejuízos. Assim, este estudo pretende descrever como os macroprocessos da gestão de riscos e desastres são apoiados pela utilização de Sistemas de Informação Geográfica na plataforma Web (Web Gis), com o uso do SIGweb VICON como alternativa de aprimoramento das ações de gestão de risco e de desastres, especialmente no âmbito da avaliação e comunicação de risco de desastres pelos órgãos de proteção e defesa civil no Brasil. O aporte de informações que a ferramenta fornece para a identificação, monitoramento das ameaças, ações de resposta e caracterização das populações vulneráveis, torna o VICON um instrumento com alto potencial para apoio na redução dos impactos causados pelos desastres.</p> 2022-05-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17564 Da erva-mate aos ervateiros: uma análise de sua dinâmica territorial no município de São Mateus do Sul, PR 2022-05-16T18:47:59+00:00 Wagner da Silva geo.wagner92@yahoo.com.br Celbo Antonio da Fonseca Rosas celboantonio@yahoo.com.br <p>A exploração da erva-mate ultrapassa as questões econômicas, devido a sua inserção num contexto dinâmico territorial multidimensional. Portanto, a análise inicial da sua construção ocorre a partir das relações do objeto/sujeito de estudo no território. O enredo inerente ao território é marcado pela diversidade de sujeitos, elementos e dinâmicas que compõem as territorialidades, resultando numa complexidade específica de cada recorte territorial. Este texto busca compreender as dinâmicas territoriais da exploração da erva-mate a partir do município de São Mateus do Sul, um recorte territorial localizado no Sudeste paranaense, que juntamente com<br>mais cinco municípios detém o reconhecimento de Indicação Geográfica (IG) da erva-mate. Os dados e informações analisados apontam para contradições entre área plantada e colhida e relações assimétricas entre os grupos envolvidos no processo, numa rede complexa e dinâmica.</p> 2022-05-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17547 Circuitos espaciais de produção da tilapicultura nos contextos regionais norte e oeste do Paraná 2022-05-16T18:54:53+00:00 Maico Eduardo Dias Dias maico.eduardo.dias@uel.br Edilson Luis de Oliveira edilsonluis64@gmail.com <p>A concentração espacial das atividades produtivas e a consequente formação de regiões caracterizadas por uma dada especialização produtiva são temas de permanente interesse para a geografia econômica. O atual período histórico, marcado pela globalização, os processos de concentração e especialização produtiva, é caracterizado por relações entre condições locais e regionais e a dinâmica global. Considerando a relevância da participação do Brasil na produção global de tilápias (<em>Oreochromis niloticus</em>) e, no contexto brasileiro, a importância dessa atividade no estado do Paraná, este artigo analisa as particularidades dos circuitos espaciais de produção e círculos de cooperação que definem dois contextos regionais no território paranaense, nos quais ocorre a concentração dessa atividade produtiva. Os resultados demonstram que as condicionantes espaciais possibilitam diferentes manifestações da tilapicultura nos contextos regionais analisados, resultando em distintas modalidades técnicas, e diferentes fluxos de ordem material e imaterial, mesmo que ambos produzam a mesma mercadoria, a tilápia.</p> 2022-05-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/19495 Impactos da UHE de Belo Monte sobre os pescadores artesanais da Colônia Z-57, em Altamira, PA, Brasil 2022-05-16T18:56:59+00:00 Marcos Mascarenhas Barbosa Rodrigues mascarenhas@unifesspa.edu.br Maria Madalena de Aguiar Cavalcante mada.geoplan@gmail.com <p>A experiência traumática que resultou da construção de grandes hidrelétricas na Amazônia é marcada por reestruturações, espoliações e impactos, sociais e ambientais, de grandes proporções, sobre Terras Indígenas, Unidades de Conservação, moradores das periferias das cidades ou pelos ramais campo adentro. No geral, ganham destaque e relevância os efeitos causados pela UHE de Belo Monte, em que um deles compõe o objetivo desse artigo:&nbsp; analisar os impactos no território da pesca. Tendo como percurso metodológico a revisão bibliográfica, trabalhos de campo e entrevistas com os pescadores da Colônia de Pesca Z-57. Depreendendo-se que a instalação da usina acabou por alterar deleteriamente as relações sistêmicas e culturais, sob as quais se expressa o território da pesca. Comprometendo-o, traduzindo-se em: baixa dos estoques pesqueiro das comunidades; diminuição em até 70% da produção das pescarias e, consequentemente, a elevação da penosidade e dos custos econômicos para execução da sua atividade. Ficou evidente que os marcos legais e os instrumentos de licenciamento, toda a judicialização decorrentes destes projetos de infraestrutura e a luta imposta à sua instalação, não deram conta de salvaguardar o interesse da sociedade – pescadores, de forma específica – frente ao sentido espoliador da construção de referida hidrelétrica, para o território da pesca.</p> 2022-05-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/19829 Análise bibliométrica da produção acadêmica sobre Geodiversidade e temas afins nas Universidades Federais do Brasil 2022-05-16T19:00:33+00:00 José Francisco de Araújo Silva jfaraujo6@hotmail.com Marcos Antônio Leite do Nascimento marcos@geologia.ufrn.br Eduardo Adriani Rapanos eduardo.rapanos@protonmail.com <p>As pesquisas sobre geodiversidade vêm ampliando nos últimos anos, tanto a nível internacional quanto no Brasil. Tal temática refere-se aos elementos abióticos do planeta e é objeto de estudos desde a década de 1990, tendo se desenvolvido nacionalmente a partir no início dos anos 2000. Este trabalho analisou as pesquisas acadêmicas sobre geodiversidade e temas correlatos realizadas no Brasil de 2000 a 2021, por meio de busca sistematizada e pesquisa bibliométrica em bibliotecas, repositórios institucionais e acervos digitais das 69 Universidades Federais brasileiras e na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD). Empregou-se os termos ‘geodiversidade’, ‘geoconservação’, ‘geoconservacionista/s’, ‘geoturística/o/s’, ‘geoturismo’, ‘geoparque/s’, ‘geopatrimônio’, ‘geossítio/s’ e ‘patrimônio geológico’. Foram localizados 209 trabalhos em 36 universidades distribuídas em todas as regiões do país, com destaque para a região Nordeste, com 73 pesquisas em 9 instituições, seguida das regiões Sudeste (65 trabalhos em 12 IES), Sul (51 trabalhos em 6 IES), Centro-Oeste (13 pesquisas em 6 IES) e Norte (7 publicações em 4 IES). Em relação a quantidade de trabalhos destacam-se as Universidades Federais de Minas Gerais (com 25), de Pernambuco (20), do Ceará (18) e do Rio Grande do Sul (16), sendo predominantes as Dissertações (106), seguidas das Teses (57) e Trabalhos de Conclusão de Curso (46). Escritos desde 2003, houve aumento significativo a partir de 2012, destacando-se o ano de 2016, e diminuição em 2020. Em relação a frequência do uso das palavras-chaves selecionadas nas pesquisas, prevaleceram ‘geodiversidade’<br>e ‘geoconservação’. Destacam-se os cursos de mestrado e doutorado em Geografia, e graduação em Geologia.</p> 2022-05-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/19727 Análise da evolução temporal de óbitos por Covid-19 em Chapecó, SC, Brasil 2022-05-16T19:02:24+00:00 Jiennifer Souza de Oliveira jienniferdeoliveira@gmail.com Ederson Nascimento ederson.nascimento@uffs.edu.br <p>Neste artigo apresenta-se uma análise da evolução de óbitos causados pela pandemia de COVID-19 no município de Chapecó, em Santa Catarina, relacionando-os aos principais perfis epidemiológicos. Trata-se de um estudo ecológico, realizado por meio de análises temporais sob dados secundários, que considerou os números de óbitos e os recursos de saúde do município, no primeiro semestre de 2021. Foram registrados 562 óbitos de pessoas com confirmação do diagnóstico para COVID-19, sendo que 469 deles ocorreram entre os meses de fevereiro e abril. Os perfis de tais óbitos foram identificados por sexo e faixa etária de cada caso. Identificou-se uma superlotação de leitos nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), tanto no Sistema Único de Saúde (SUS), como nos da rede de atendimento privado, especialmente nos meses de março, abril e maio. Destaca-se, por fim, a importância da vacinação para a redução da mortalidade pela doença no município.</p> 2022-05-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/17742 Álgebra de Mapas na Estimativa Qualitativa de Perda de Solo Anual por erosão hídrica laminar na Bacia do Rio Dourados, Brasil 2022-05-16T19:08:19+00:00 Nelison Ferreira Correa nelison_ferreira@hotmail.com Vinícius de Oliveira Ribeiro viniciusoribeiro@yahoo.com.br Laercio Alves de Carvalho laercio@uems.br Antonio Conceição Paranhos Filho antonio.paranhos@pq.cnpq.br Yani Scatolin Mendes yanimendes@gmail.com <p>Os custos para realização de medições representativas e acuradas, <em>in situ</em>, para estimativas da erosão hídrica laminar em áreas extensas são bastante onerosos. O trabalho objetivou espacializar e analisar a susceptibilidade erosiva do solo da bacia hidrográfica do Rio Dourados, de forma qualitativa, por meio da aplicação da USLE/RUSLE com auxílio de geotecnologias livres e gratuitas. Como resultado constatou-se que 46,2% da Bacia Hidrográfica do Rio Dourados apresenta baixa perda de solos com valores menores a 10 ton./ha.ano. Regiões com solo exposto, uso e ocupação do solo com predominância agrícola, juntamente com os fatores de solos com maior erodibilidade e topografia específica (declives maiores), acarretam grandes perdas anuais de solo (&gt; 150 ton./ha.ano) em 2,4% da área da bacia.</p> 2022-05-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural https://revistas2.uepg.br/index.php/tp/article/view/19430 Resenha: Mineração, genealogia do desastre. O extrativismo na América como origem da Modernidade. 2022-02-18T12:56:40+00:00 Guilherme Pereira Cocato guilhermecocato@gmail.com <p>Em um contexto civilizatório em que se multiplicam os crimes ambientais como os de Mariana e Brumadinho, em Minas Gerais, especialmente na periferia do capitalismo, Horacio Machado Aráoz apresenta seu livro <em>Mineração, genealogia do desastre: o extrativismo na América como origem da modernidade</em>, detalhando o desenvolvimento histórico de uma série de violações e depredações ambientais que ocorreram no continente americano desde a colonização.</p> 2022-02-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 Terr@ Plural