Criação e gestão ambiental de Áreas de Proteção Ambiental: entre atores, interesses, usos, conflitos e o dilema da conservação nos biomas brasileiros Mata Atlântica e Cerrado

Palavras-chave: Educação Ambiental, Gestão participativa., Conflitos socioambientais, Biodiversidade

Resumo

Este artigo visa analisar a gestão ambiental e o dilema da conservação nas categorias do SNUC, especialmente a Área de Proteção Ambiental (APA), com ênfase na Mata Atlântica e no Cerrado. Boa parte da área destinada para Unidades de Conservação (UCs) no país foi decretada como APA, categoria bastante criticada pela literatura por envolver áreas intensamente urbanizadas, cujos usos para atividades turísticas, agropecuárias e mineradoras dificultam a gestão e conservação. É fundamental, nesse contexto, estabelecer parcerias com proprietários, reavaliar a proliferação das APAs, promover a conectividade florestal e priorizar a Educação Ambiental crítica na gestão participativa para dirimir os conflitos e estimular a conservação dos recursos naturais.

Biografia do Autor

Maria do Socorro Ferreira da Silva, Universidade Federal de Sergipe
Professora Adjunta do Departamento de Geografia e da Pós-Graduação da Universidade Federal de Sergipe (PROFCIAMB/UFS), Pós-Doutora do PPGEO/CPAq/UFMS. Pesquisadora do GEOPLAN. Vice-Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares em Metodologias Ativas – GEPIMA/UFS. São Cristóvão, Sergipe, Brasil.
Vicentina Socorro da Anunciação, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Campo Grande, MS
Professora Associada da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, na Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Urbanismo e Geografia (FAENG/UFMS) e da  Pós-Graduação (PPGEO/CPAQ/UFMS). Mato Grosso do Sul, Campo Grande, Brasil. 
Hélio Mário de Araújo, Universidade Federal de Sergipe
Professor Titular do Curso de  Geografia e da Pós-Graduação (PPGEO e PRODEMA/UFS) e Líder do Grupo de Pesquisa em Dinâmica Ambiental e Geomorfologia (DAGEO/CNPq).
Publicado
2020-09-29