• Dossiê: Histórias de Violências
    v. 9 n. 2 (2018)
    Para analisar as experiências humanas envolvendo a violência, nos pautamos por trabalhos de historiadores, cientistas sociais, antropólogos e filósofos, nas perspectivas abertas por autores como Michel Foucault, E. P. Thompson, Norbert Elias, Erving Goffman e outros que expandiram a temática do crime e da justiça criminal, com um de seus artefatos mais típicos – os processos criminais – para múltiplas pesquisas e indagações. Nossa proposta é balizar a violência de um ponto de vista sócio histórico, alcançada fundamentalmente, mas não exclusivamente, a partir dos processos criminais, visando debater metodologias de pesquisa e resultados obtidos. Entendemos que, regra geral, os estudos sobre a violência e sua história concluem que a violência física é eminentemente praticada por homens, muitas vezes (des)estimulados pela sociedade, religião ou Estado.
  • Dossiê - Ensino de História e produção de conhecimento histórico-escolar
    v. 8 n. 2 (2017)
    Esse número da Revista TEL é constituído por nove textos que compõem o dossiê sobre “Ensino de História e produção de conhecimento histórico-escolar” e sete artigos livres. Os autores dos artigos são vinculados a quinze instituições diferentes, localizadas em sete estados da federação (Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Rio Grande do Sul), todos submetidos à revista e igualmente avaliados.
  • Dossiê: Fronteiras nacionais
    v. 8 n. 1 (2017)
    Nesta edição a Revista TEL apresenta um conjunto de textos de pesquisadores vinculados a dez diferentes instituições, localizadas em cinco estados  e um artigo de pesquisador estrangeiro, constituindo oito artigos, uma entrevista, um ensaio, uma resenha e um projeto de pesquisa, todos submetidos à revista e igualmente avaliados pelo sistema duplo cego por seus pares.
  • Dossiê: Dinâmicas políticas, sociais e culturais em África
    v. 7 n. 2 (2016)
    Desde há décadas, a África constitui-se como objeto de muita produção intelectual e artística pelo mundo. Não raro, a par do trabalho rigoroso, a simpatia política e o engajamento ideológico determinaram abordagens analíticas e narrativas que, mesmo quando se debruçaram sobre períodos mais remotos, tomaram como referente as transformações em épocas recentes.Ainda que hoje ninguém mais esteja sentado confortavelmente sobre a história, estando todos sujeitos à contingência e à incerteza, num certo sentido a África ainda se constitui como um laboratório social e um sugestivo campo de interpelações para os historiadores e cientistas sociais.Para este número da Revista TEL aceitar-se-ão textos que, empiricamente fundados e teoricamente balizados, ilustrem processos de mudança ou contenham reflexões sobre os significados das mutações em África nos derradeiros séculos.A TEL vem se adequando de forma significativa aos critérios para publicação na área de História.
  • História, fontes e possibilidades de pesquisa
    v. 7 n. 1 (2016)
    Neste fascículo o leitor encontrará certa peculiaridade presente na diversidade de textos, o que nos motivou na difícil tarefa de procurar refletir sobre os elementos que aproximam as abordagens realizadas por cada autor, o que não necessariamente gera uma unidade sólida, mas representa uma característica contemporânea da produção e da escrita da história: a multiplicidade das tipologias e suportes documentais.
  • Dossiê: Guerra e Sofrimento
    v. 6 n. 2 (2015)
    Considerando que os conflitos bélicos tem sido abordados do ponto de vista militar,tecnológico e político mas,raramente, humanitário. Desta forma, enfocamos a convocação de civis obrigados a matar ou morrer pela pátria, sujeitos aos comandos de seus dirigentes. O cotidiano de escassez dos que ficam, como mulheres, crianças e idosos, que piora à medida em que sofrem luto ou tem  filhos, maridos  e netos mutilados para cuidar.  Além disso, a situação dos prisioneiros e refugiados de guerra e das mulheres e mesmo de jovens estuprados pela soldadesca durante a ocupação
  • Dossiê Cotidiano, Saberes e Práticas Tradicionais
    v. 5 n. 1 (2014)
    Este número agrega trabalhos sobre o cotidiano, os saberes e as práticas tradicionais de grupos nem sempre considerados importantes pela historiografia. Destacam-se, nesse universo, os povos tradicionais como faxinalenses e quilombolas, mas também os indígenas e outros grupos rurais e/ou urbanos. Alguns saberes e práticas subsistem aos estatais e científicos, tais como o uso de ervas medicinais, as práticas de cura, os saberes sobre a chuva e as estações do ano, o comércio não formal, as práticas escolares, dentre outras.
  • Dossiê: África: culturas, identidades, sociedades
    v. 5 n. 3 (2014)
    Nos últimos anos, têm sido intensos os esforços de pesquisadores, instituições e fóruns de discussão para desenvolver no Brasil os estudos sobre África. Num diálogo interdisciplinar, investigadores e educadores têm vindo a construir as suas reflexões a partir de diversas perspectivas e sobre diferentes aspectos das sociedades de África. Nesse contexto, é com satisfação que apresentamos este dossiê, que congrega trabalhos de autores oriundos do Brasil e de Portugal, com formação em distintas áreas de conhecimento, no caso, a História, a Antropologia, a Sociologia e a Literatura.Orgs. Ana Paula Wagner (UNICENTRO) e Eugénia Rodrigues (CH-UL)
  • Revista Tempo, Espaço, Linguagem - Mai-Ago - 2014
    v. 5 n. 2 (2014)
    É com satisfação que tornamos pública mais uma edição da Revista Tempo, Espaço e Linguagem. Neste número, convidados aos leitores para uma leitura dos artigos a partir de uma perspectiva da História que entende que o espaço pode ser apreendido em múltiplas formas, seja  naquelas já tão conhecidas como a forma dos espaços objetivos, dos edifícios arquitetônicos, das paisagens e dos cenários, ou mesmo, nos espaços mais subjetivos, das relações sociais, das representações, das percepções e construções de significados.
  • Capa V3 N3 Práticas Culturais
    v. 3 n. 3 (2012)
  • História, relatos, representações
    v. 3 n. 2 (2012)
    Atribuímos sentido ao mundo quando nos expressamos sobre ele, quando relatamos nosso percurso. Dessa forma nossas narrativas são "relatos de espaço" que compõem o que conhecemos ou identificamos ou representamos como real. Neste volume trazemos alguns textos que, de formas diferentes, acabam por esbarrar conceitualmente nestas questões.
  • Vol. 2, No 1 (2011)
    Descrição provisória
  • Escrita e Narrativa da História
    Este volume discute a temática da Escrita e Narrativa da História. No dossiê são apresentados alguns aspectos relevantes do tema, em especial sobre a articulação entre história e literatura, dentre outras linguagens, e as narrativas feitas sobre o outro e sobre si mesmo. Ainda, temos nesta primeira edição, um ensaio sobre a narrativa trágica nos faxinais, um projeto de pesquisa tendo como objeto um cemitério, bem como duas resenhas.