TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel Revista Tempo; Espaço; Linguagem UNICENTRO pt-BR TEL Tempo, Espaço e Linguagem 2177-6644 <p>Os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> Expediente | Editorial Board | Cuerpo Editorial https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/15221 <p>Dados de identificação da Revista: ficha catalográfica, revisões, indexadores, diagramação, capa. Conselhos executivos, editoriais e consultivos.</p> Oseias de Oliveira Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-04-27 2020-04-27 10 2 01 04 Editorial https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/15222 <p>Tendo em vista a emergência dos estudos de gênero na atualidade e as demandas sócio-políticas contemporâneas cada vez mais latentes por complexas abordagens sobre a temática, lançamos aqui o dossiê “Gênero, discursividades e transversalidades” que teve como objetivo conjugar diversas pesquisas que utilizam o conceito como categoria de análise e pensar a partir e sobre ele. Consideramos que abordar os estudos de gênero contribui para nossa compreensão a respeito das organizações ético-políticas em distintos recortes sociais e históricos, deslindando relações culturais e, essencialmente, as tramas e fluxos das relações de poder no interior de determinadas sociedades, época e linguagem.</p> Fernando Botton Viviane Bagiotto Botton Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-04-27 2020-04-27 10 2 05 08 10.5935/2177-6644.20190016 Performatividad de género. Una alternativa epistemológica https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13795 <p>Resumo: Este artigo explora a teoria da performatividade de gênero proposta por Judith Butler. Aspira mostrar como, nos debates sobre a construção do gênero, a performatividade é uma alternativa epistemológica que nos permite evitar posições essencialistas e construtivistas radicais.<br>Palavras-chave: Gênero. Performatividade de gênero. Judith Butler.</p> Jesica Analía Ortiz Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-06-26 2019-06-26 10 2 09 24 10.5935/2177-6644.20190017 Desafios da teoria Queer: ideologia e ignorância nos axiomas de Eve Sedgwik https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13792 <p>Resumo: Proponho neste trabalho pensar em pontes entre a teoria queer e as discussões sobre ideologia, conhecimento e ignorância com o intuito de trazer à tona como o debate queer se nutre das lacunas das ideologias de competência (CHAUÍ, 2008). As relações entre os temas supracitados são centrais na discussão dos axiomas propostos por Eve Sedgwick (1990) como instrumentos de reflexão sobre a teoria queer na contemporaneidade.<br>Palavras-chave: Teoria queer. Eve Sedgwick. Ideologia. Ignorância.</p> Ruan Nunes Copyright (c) 2020 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-06-25 2019-06-25 10 2 25 44 10.5935/2177-6644.20190018 Deshacer la especie: hacia un antiespecismo en clave feminista Queer https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13797 <p class="Default">Resumo: Este artigo aborda algumas convergências entre as apostas animalistas, feministas e dissidentes de sexo-gênero. Seguindo Paul Preciado, será argumentado que o feminismo não é um humanismo, para depois explorar e discutir certas perspectivas feministas anti-espéciesistas. Também, será explorado o poder da noção de "aliança multiespecífica" para reconfigurar redes de interdependência que exigem o desmantelamento do dispositivo do humano: a sua produção especista, racista, capacitista e cis-hetero-patriarcal. <br>Palavras-chave: Feminismos. Teoria queer. Animalidade. Pós-humanismo. Antiespecismo.</p> Anahí Gabriela González Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-06-26 2019-06-26 10 2 45 70 10.5935/6644.20190019 A selvageria das multidões: gênero, psicologia e teoria pós-colonial latino-americana https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13585 <p>Resumo: São as massas femininas? Por meio de uma articulação teórica de confrontação política, colocaremos pontos de interconexão entre a teoria da psicologia das massas, criticando sua transversalidade com elementos de misoginia e de eurocentrismo. Num segundo momento, trabalharemos com as formas pelas quais o feminismo latino-americanista pós/de colonial de fins do século XX reverteu a polaridade de gênero leboniana bem como suas hierarquias políticas. <br>Palavras-chave: Massas. Feminismo. Gênero. Pós-colonialismo.</p> <p>&nbsp;</p> <p><br><br></p> Fernando Botton Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-09-27 2019-09-27 10 2 71 84 10.5935/2177-6644.20190020 Gênero e autoria feminina em a autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13481 <p>Resumo: O presente artigo tem como objetivo analisar as representações de gênero e discutir a questão da autoria feminina na obra A Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein. Com base na análise da obra e também em algumas correspondências, discutimos as representações de gênero construídas por Stein e a relevância do estudo sobre a autora nas áreas dos Estudos de Gênero e da História das Mulheres. Também as contribuições para a História da Cultura Escrita e da Leitura foram relevantes para a constituição a pesquisa. <br>Palavras-chave: Gênero. Autoria feminina. Gertrude Stein.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Carolina Fernanda Antunes dos Santos Beatriz Polidori Zechlinski Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-05-07 2019-05-07 10 2 85 106 10.5935/2177-6644.20190021 Histeria, notas sobre o diagnóstico no Brasil https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/14373 <p>Resumo: A história da psiquiatria no Brasil se confunde com a das instituições que trataram os alienados no país, que datam do início do século XX no contexto da modernização da nação e têm relações explícitas com as moralidades nacionais da época. O índice de mulheres internadas por Histeria até 1920 no Hospital Nacional dos Alienados do Rio de Janeiro era enorme e a doença estava mais ligada a comportamentos imorais que à enfermidades orgânicas. Esta experiência da histeria no Brasil é tema deste artigo e suas relações com a concepção europeia pautam as reflexões aqui apresentadas. <br>Palavras-chave: Histeria. História da Psiquiatria. Diagnóstico. Mulheres.</p> <p>&nbsp;</p> <p><br><br></p> Viviane Bagiotto Botton Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-09-27 2019-09-27 10 2 107 131 10.5935/2177-6644.20190022 Os sentidos da maternidade no discurso sobre o aborto https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13779 <p>Resumo: O artigo analisa discursos relacionados à maternidade a partir da temática do aborto. As análises baseiam-se na metodologia da Análise de discurso pêcheutiana, por meio da noção de formação discursiva. Concluiu-se que argumentos contrários ao aborto se compõem de diversas formações discursivas, além de um interdiscurso sobre maternidade como inerente ao feminino e lugar de amor incondicional.<br>Palavras-chave: Maternidade. Análise do discurso. Aborto. Mídia.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Izabel Cristina Soares Kátia Alexsandra dos Santos Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-06-25 2019-06-25 10 2 132 153 10.5935/2177-6644.20190023 A mãe cuidadosa também enterra os seus anjinhos: a mortalidade infantil no Piauí (1889-1945) https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13480 <p>Resumo: O artigo tem a proposta de analisar como as mães passaram a ter papel central na observação das instruções médicas sobre a preservação da saúde e tratamento das doenças entre os seus filhos no Piauí entre 1889 e 1945. Com isso era visado o enfrentamento dos altos índices do obituário infantil, condizente com o processo de valorização da criança como riqueza do país. Para isso, foram utilizadas revistas de medicina, jornais, fontes médicas e do governo estadual.<br>Palavras-chave: História. Estado. Médicos. Mães. Mortalidade infantil.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Joseanne Zingleara Soares Marinho Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-05-07 2019-05-07 10 2 154 176 10.5935/2177-6644.20190024 Pobreza feminina desvendando suas raizes https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/15225 <p>Este artigo tem a proposta de avaliar como a pobreza e alguns modos como é entendida e tratada se apresenta como de maior incidencia sobre as mulheres. Entender como a pobreza é percebida, vivida e confrontada pelas pessoas requer uma análise das técnicas e metodologias que situam e colocam os indicadores daquela. Já que as mulheres representam a metade da população mundial e estão entre os grupos empobrecidos, levanta-se aqui o questionamento sobre como pobreza e mulheres estão relacionadas e como a cultura contribui para esta relação e também para sua permanencia.</p> Ania Pupo Vega Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-04-28 2020-04-28 10 2 177 200 Abordagens do espaço e tragicidade https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13225 <p><strong>Resumo</strong>: A pluralidade e os fundamentos multidisciplinares com que as espacialidades têm sido pensadas permite-nos fazer deste um trabalho de experiência teórica. Com maior ou menor aproximação de abordagens consolidadas como as dos franceses Henri Lefebvre e Michel de Certeau, pretendemos destacar a filosofia de Nietzsche a respeito da tragicidade como potencial ferramenta para a análise dos espaços, das regiões.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Regiões. Espaços. Tragicidade.</p> Marcelo Douglas Nascimento Ribas Filho Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-04-27 2020-04-27 10 2 201 226 10.5935/2177-6644.20190026 As (res)significações do obelisco na praça central de Peabiru, Paraná https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/14765 <p>Objetivamos identificar e analisar a história do Obelisco, estabelecido na Praça Eleutério Galdino de Andrade, em Peabiru, Paraná, com a finalidade de compreender os valores expressos por ele na percepção dos residentes do município, em sua fundação e na atualidade. O monumento é um monólito de concreto, de base quadrangular, que se alonga e afunila até formar uma pirâmide em seu topo, e possui cinco placas de bronze com homenagens aos pioneiros fundadores de Peabiru e registros de datas históricas. Os procedimentos metodológicos empregados nesta pesquisa envolveram entrevistas com historiadores, geógrafos e munícipes antigos, aplicação de questionários com 157 alunos do Colégio Estadual Olavo Bilac, de idade entre 14 e 17 anos, e consulta a notícias publicadas pelas principais mídias jornalísticas da região. Por meio do material levantado foi possível observar a utilização do Obelisco, na sua fundação, como meio de perpetuar o poder e a memória de seus criadores, sendo hoje visto como símbolo identitário da sociedade peabiruense. Contudo, a nova geração não sente essa ligação com o monumento, talvez por sua ausência, devido à idade, nos principais eventos registrados na memória dos habitantes mais antigos. Assim, observamos a necessidade de problematizar e reelaborar a história do monumento, para que essa não exclua determinados grupos em função de outros, e difundir os resultados entre a juventude, relacionando-os às suas experiências e vivências, para que esses jovens possam desenvolver uma melhor compreensão acerca da importância do Obelisco para Peabiru.</p> Brandon Lopes dos Anjos Lara Pazinato Nascimento Caio Gabriel Nogueira Ferreira Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2020-04-27 2020-04-27 10 2 227 249 A lei do gênero - Jacques Derrida https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13793 <p class="western" lang="uz-Cyrl-UZ" align="justify">Tradução para o português de “La loi du genre”, de Jacques Derrida. <span lang="en-US">Texto</span> apresentado em julho de 1979 como comunicação oral<span lang="en-US"> e</span>m colóquio sobre gênero realizado na Universidade de Estrasburgo<span lang="en-US">. </span>Derrida reflete sobre <span lang="en-US">o</span> gênero na literatura<span lang="en-US">, como </span>modo literário, <span lang="en-US">a partir </span>de Gérard Genette<span lang="en-US">, quanto como</span> <span lang="en-US">questão do</span> masculino e <span lang="en-US">d</span>o feminino<span lang="en-US"> e</span> sua relação com uma lei<span lang="en-US">. A base de análise será</span><em> La folie du jour</em>,&nbsp;de Maurice Blanchot<span lang="en-US"> que</span>,<span lang="en-US"> apesar de </span>narrativa, resiste a uma classificação definitiva.&nbsp;</p> Nicole Alvarenga Marcello Carla Rodrigues Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-06-25 2019-06-25 10 2 250 281 10.5935/2177-6644.20190028 A filosofia a golpes de martelo de Elsa Dorlin: “Se defender” contra o terrorismo de Estado — resenha crítica https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13544 <p>Resumo: Este artigo tem a proposta de avaliar como a pobreza e alguns modos como é entendida e tratada se apresenta como de maior incidencia sobre as mulheres. Entender como a pobreza é percebida, vivida e confrontada pelas pessoas requer uma análise das técnicas e metodologias que situam e colocam os indicadores daquela. Já que as mulheres representam a metade da população mundial e estão entre os grupos empobrecidos, levanta-se aqui o questionamento sobre como pobreza e mulheres estão relacionadas e como a cultura contribui para esta relação e também para sua permanencia.<br>Palavras-chave: Pobreza. Mulher. Gênero. Insterseccionalidade.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> Bruna Martins Coelho Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2019-07-19 2019-07-19 10 2 282 297 10.5935/2177-6644.20190025