https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/issue/feed TEL Tempo, Espaço e Linguagem 2020-04-28T11:10:42+00:00 Oseias de Oliveira prof.oseias@gmail.com Open Journal Systems Revista Tempo; Espaço; Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/15221 Expediente | Editorial Board | Cuerpo Editorial 2020-04-28T11:10:32+00:00 Oseias de Oliveira oseias50@yahoo.com.br <p>Dados de identificação da Revista: ficha catalográfica, revisões, indexadores, diagramação, capa. Conselhos executivos, editoriais e consultivos.</p> 2020-04-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/15222 Editorial 2020-04-28T11:10:32+00:00 Fernando Botton fernandobotton@gmail.com Viviane Bagiotto Botton vivi.botton@gmail.com <p>Tendo em vista a emergência dos estudos de gênero na atualidade e as demandas sócio-políticas contemporâneas cada vez mais latentes por complexas abordagens sobre a temática, lançamos aqui o dossiê “Gênero, discursividades e transversalidades” que teve como objetivo conjugar diversas pesquisas que utilizam o conceito como categoria de análise e pensar a partir e sobre ele. Consideramos que abordar os estudos de gênero contribui para nossa compreensão a respeito das organizações ético-políticas em distintos recortes sociais e históricos, deslindando relações culturais e, essencialmente, as tramas e fluxos das relações de poder no interior de determinadas sociedades, época e linguagem.</p> 2020-04-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13795 Performatividad de género. Una alternativa epistemológica 2020-04-28T11:10:33+00:00 Jesica Analía Ortiz jesica.ortiz.genoud@gmail.com <p>Resumo: Este artigo explora a teoria da performatividade de gênero proposta por Judith Butler. Aspira mostrar como, nos debates sobre a construção do gênero, a performatividade é uma alternativa epistemológica que nos permite evitar posições essencialistas e construtivistas radicais.<br>Palavras-chave: Gênero. Performatividade de gênero. Judith Butler.</p> 2019-06-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13792 Desafios da teoria Queer: ideologia e ignorância nos axiomas de Eve Sedgwik 2020-04-28T11:10:34+00:00 Ruan Nunes ruan.nunes@hotmail.com <p>Resumo: Proponho neste trabalho pensar em pontes entre a teoria queer e as discussões sobre ideologia, conhecimento e ignorância com o intuito de trazer à tona como o debate queer se nutre das lacunas das ideologias de competência (CHAUÍ, 2008). As relações entre os temas supracitados são centrais na discussão dos axiomas propostos por Eve Sedgwick (1990) como instrumentos de reflexão sobre a teoria queer na contemporaneidade.<br>Palavras-chave: Teoria queer. Eve Sedgwick. Ideologia. Ignorância.</p> 2019-06-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2020 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13797 Deshacer la especie: hacia un antiespecismo en clave feminista Queer 2020-04-28T11:10:35+00:00 Anahí Gabriela González gonzalezgabriela@outlook.com <p class="Default">Resumo: Este artigo aborda algumas convergências entre as apostas animalistas, feministas e dissidentes de sexo-gênero. Seguindo Paul Preciado, será argumentado que o feminismo não é um humanismo, para depois explorar e discutir certas perspectivas feministas anti-espéciesistas. Também, será explorado o poder da noção de "aliança multiespecífica" para reconfigurar redes de interdependência que exigem o desmantelamento do dispositivo do humano: a sua produção especista, racista, capacitista e cis-hetero-patriarcal. <br>Palavras-chave: Feminismos. Teoria queer. Animalidade. Pós-humanismo. Antiespecismo.</p> 2019-06-26T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13585 A selvageria das multidões: gênero, psicologia e teoria pós-colonial latino-americana 2020-04-28T11:10:35+00:00 Fernando Botton fernandobotton@gmail.com <p>Resumo: São as massas femininas? Por meio de uma articulação teórica de confrontação política, colocaremos pontos de interconexão entre a teoria da psicologia das massas, criticando sua transversalidade com elementos de misoginia e de eurocentrismo. Num segundo momento, trabalharemos com as formas pelas quais o feminismo latino-americanista pós/de colonial de fins do século XX reverteu a polaridade de gênero leboniana bem como suas hierarquias políticas. <br>Palavras-chave: Massas. Feminismo. Gênero. Pós-colonialismo.</p> <p>&nbsp;</p> <p><br><br></p> 2019-09-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13481 Gênero e autoria feminina em a autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein 2020-04-28T11:10:36+00:00 Carolina Fernanda Antunes dos Santos carolfer.antuness@gmail.com Beatriz Polidori Zechlinski beatrizpz.bpz@gmail.com <p>Resumo: O presente artigo tem como objetivo analisar as representações de gênero e discutir a questão da autoria feminina na obra A Autobiografia de Alice B. Toklas, de Gertrude Stein. Com base na análise da obra e também em algumas correspondências, discutimos as representações de gênero construídas por Stein e a relevância do estudo sobre a autora nas áreas dos Estudos de Gênero e da História das Mulheres. Também as contribuições para a História da Cultura Escrita e da Leitura foram relevantes para a constituição a pesquisa. <br>Palavras-chave: Gênero. Autoria feminina. Gertrude Stein.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2019-05-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/14373 Histeria, notas sobre o diagnóstico no Brasil 2020-04-28T11:10:37+00:00 Viviane Bagiotto Botton vivi.botton@gmail.com <p>Resumo: A história da psiquiatria no Brasil se confunde com a das instituições que trataram os alienados no país, que datam do início do século XX no contexto da modernização da nação e têm relações explícitas com as moralidades nacionais da época. O índice de mulheres internadas por Histeria até 1920 no Hospital Nacional dos Alienados do Rio de Janeiro era enorme e a doença estava mais ligada a comportamentos imorais que à enfermidades orgânicas. Esta experiência da histeria no Brasil é tema deste artigo e suas relações com a concepção europeia pautam as reflexões aqui apresentadas. <br>Palavras-chave: Histeria. História da Psiquiatria. Diagnóstico. Mulheres.</p> <p>&nbsp;</p> <p><br><br></p> 2019-09-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13779 Os sentidos da maternidade no discurso sobre o aborto 2020-04-28T11:10:37+00:00 Izabel Cristina Soares izabelc.soaress@gmail.com Kátia Alexsandra dos Santos kalexsandra@unicentro.br <p>Resumo: O artigo analisa discursos relacionados à maternidade a partir da temática do aborto. As análises baseiam-se na metodologia da Análise de discurso pêcheutiana, por meio da noção de formação discursiva. Concluiu-se que argumentos contrários ao aborto se compõem de diversas formações discursivas, além de um interdiscurso sobre maternidade como inerente ao feminino e lugar de amor incondicional.<br>Palavras-chave: Maternidade. Análise do discurso. Aborto. Mídia.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2019-06-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13480 A mãe cuidadosa também enterra os seus anjinhos: a mortalidade infantil no Piauí (1889-1945) 2020-04-28T11:10:38+00:00 Joseanne Zingleara Soares Marinho joseannezsm@gmail.com <p>Resumo: O artigo tem a proposta de analisar como as mães passaram a ter papel central na observação das instruções médicas sobre a preservação da saúde e tratamento das doenças entre os seus filhos no Piauí entre 1889 e 1945. Com isso era visado o enfrentamento dos altos índices do obituário infantil, condizente com o processo de valorização da criança como riqueza do país. Para isso, foram utilizadas revistas de medicina, jornais, fontes médicas e do governo estadual.<br>Palavras-chave: História. Estado. Médicos. Mães. Mortalidade infantil.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2019-05-07T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/15225 Pobreza feminina desvendando suas raizes 2020-04-28T11:10:39+00:00 Ania Pupo Vega ferbabo@hotmail.com <p>Este artigo tem a proposta de avaliar como a pobreza e alguns modos como é entendida e tratada se apresenta como de maior incidencia sobre as mulheres. Entender como a pobreza é percebida, vivida e confrontada pelas pessoas requer uma análise das técnicas e metodologias que situam e colocam os indicadores daquela. Já que as mulheres representam a metade da população mundial e estão entre os grupos empobrecidos, levanta-se aqui o questionamento sobre como pobreza e mulheres estão relacionadas e como a cultura contribui para esta relação e também para sua permanencia.</p> 2020-04-28T00:29:11+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13225 Abordagens do espaço e tragicidade 2020-04-28T11:10:39+00:00 Marcelo Douglas Nascimento Ribas Filho marcelodribas@gmail.com <p><strong>Resumo</strong>: A pluralidade e os fundamentos multidisciplinares com que as espacialidades têm sido pensadas permite-nos fazer deste um trabalho de experiência teórica. Com maior ou menor aproximação de abordagens consolidadas como as dos franceses Henri Lefebvre e Michel de Certeau, pretendemos destacar a filosofia de Nietzsche a respeito da tragicidade como potencial ferramenta para a análise dos espaços, das regiões.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Regiões. Espaços. Tragicidade.</p> 2020-04-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/14765 As (res)significações do obelisco na praça central de Peabiru, Paraná 2020-04-28T11:10:40+00:00 Brandon Lopes dos Anjos brandon.njos@gmail.com Lara Pazinato Nascimento larapazinato@gmail.com Caio Gabriel Nogueira Ferreira caionogueiraferreira@gmail.com <p>Objetivamos identificar e analisar a história do Obelisco, estabelecido na Praça Eleutério Galdino de Andrade, em Peabiru, Paraná, com a finalidade de compreender os valores expressos por ele na percepção dos residentes do município, em sua fundação e na atualidade. O monumento é um monólito de concreto, de base quadrangular, que se alonga e afunila até formar uma pirâmide em seu topo, e possui cinco placas de bronze com homenagens aos pioneiros fundadores de Peabiru e registros de datas históricas. Os procedimentos metodológicos empregados nesta pesquisa envolveram entrevistas com historiadores, geógrafos e munícipes antigos, aplicação de questionários com 157 alunos do Colégio Estadual Olavo Bilac, de idade entre 14 e 17 anos, e consulta a notícias publicadas pelas principais mídias jornalísticas da região. Por meio do material levantado foi possível observar a utilização do Obelisco, na sua fundação, como meio de perpetuar o poder e a memória de seus criadores, sendo hoje visto como símbolo identitário da sociedade peabiruense. Contudo, a nova geração não sente essa ligação com o monumento, talvez por sua ausência, devido à idade, nos principais eventos registrados na memória dos habitantes mais antigos. Assim, observamos a necessidade de problematizar e reelaborar a história do monumento, para que essa não exclua determinados grupos em função de outros, e difundir os resultados entre a juventude, relacionando-os às suas experiências e vivências, para que esses jovens possam desenvolver uma melhor compreensão acerca da importância do Obelisco para Peabiru.</p> 2020-04-27T23:50:25+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13793 A lei do gênero - Jacques Derrida 2020-04-28T11:10:41+00:00 Nicole Alvarenga Marcello nicole_a_marcello@yahoo.com.br Carla Rodrigues carla.ifcs@gmail.com <p class="western" lang="uz-Cyrl-UZ" align="justify">Tradução para o português de “La loi du genre”, de Jacques Derrida. <span lang="en-US">Texto</span> apresentado em julho de 1979 como comunicação oral<span lang="en-US"> e</span>m colóquio sobre gênero realizado na Universidade de Estrasburgo<span lang="en-US">. </span>Derrida reflete sobre <span lang="en-US">o</span> gênero na literatura<span lang="en-US">, como </span>modo literário, <span lang="en-US">a partir </span>de Gérard Genette<span lang="en-US">, quanto como</span> <span lang="en-US">questão do</span> masculino e <span lang="en-US">d</span>o feminino<span lang="en-US"> e</span> sua relação com uma lei<span lang="en-US">. A base de análise será</span><em> La folie du jour</em>,&nbsp;de Maurice Blanchot<span lang="en-US"> que</span>,<span lang="en-US"> apesar de </span>narrativa, resiste a uma classificação definitiva.&nbsp;</p> 2019-06-25T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem https://revistas2.uepg.br/index.php/tel/article/view/13544 A filosofia a golpes de martelo de Elsa Dorlin: “Se defender” contra o terrorismo de Estado — resenha crítica 2020-04-28T11:10:42+00:00 Bruna Martins Coelho brunamartinscoelho@yahoo.fr <p>Resumo: Este artigo tem a proposta de avaliar como a pobreza e alguns modos como é entendida e tratada se apresenta como de maior incidencia sobre as mulheres. Entender como a pobreza é percebida, vivida e confrontada pelas pessoas requer uma análise das técnicas e metodologias que situam e colocam os indicadores daquela. Já que as mulheres representam a metade da população mundial e estão entre os grupos empobrecidos, levanta-se aqui o questionamento sobre como pobreza e mulheres estão relacionadas e como a cultura contribui para esta relação e também para sua permanencia.<br>Palavras-chave: Pobreza. Mulher. Gênero. Insterseccionalidade.</p> <p>&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> 2019-07-19T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 TEL Tempo, Espaço e Linguagem