Representações e temporalidades do sertão em "Cinema, Aspirinas e Urubus"

Resumo

Discute as representações e temporalidades do sertão e do sertanejo operadas em Cinema Aspirinas e Urubus, longa-metragem do diretor Marcelo Gomes, lançado no ano de 2005. Para realizar estas análises, problematiza-se estereótipos e a própria experiência das relações sociais entre as personagens do filme, de modo a trazer ao debate problemas de representação e de tempo histórico. Palavras-Chave: Longa-metragem. Sertão. Representação. Temporalidade.

Biografia do Autor

Ledson Marcos Sousa Silva, Universidade Federal de Pernambuco - UFPE
Possui Graduação (2019) e Mestrado (2021) em História pelo Centro de Ensino Superior do Seridó da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (CERES - UFRN). Doutorado em andamento em História pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE
Johnnys Jorge Gomes Alencar, Universidade Federal do Bahia - UFBA
Doutorando em História Social do Brasil pela Universidade Federal do Bahia. Mestre em História dos Sertões MHIST/CERES-UFRN (2021), com dissertação intitulada "INTELECTUAIS NO SERTÃO: o Club Romeiros do Porvir, a produção e circulação de representações em torno da intelectualidade, da cidade do Crato-CE e dos sertões (1900-1910)". Possui graduação em História pela Universidade Regional do Cariri (2018)
Dikson Almeida Freire, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN
Graduado em História pelo Centro de Ensino Superior do Seridó da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (CERES - UFRN) e mestrando em História dos Sertões (MHIST) da mesma universidade. É membro do grupo de pesquisa em História dos Sertões (UFRN/CNPq). Professor de História e Sociologia da rede básica de ensino no Centro Educacional Integrado do Seridó (CEIS) e Educandário Santa Teresinha (EST). Proprietário do canal no You Tube História em Movimento, que aborda temas relacionados relacionados aos conteúdos da História e de interesse geral da sociedade.
Publicado
2021-05-04
Seção
Dossiê | Special Issue | Dossier