A dimensão social da visualidade no fazer do historiador

Resumo

O artigo dialoga com estudiosos que discutem o campo da visualidade como aspecto importante da vida social e dos processos sociais. Traz perspectivas da História Cultural e da cultura visual como caminhos propícios para as pesquisas com imagens e apresenta como elas podem auxiliar os historiadores no trato mais adequado destes materiais, de modo a construírem uma História mais plural e abrangente.

Biografia do Autor

Gabriela Isbaes, Universidade Estadual de Campinas
Mestranda em História pelo Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Possui licenciatura em História e especialização em História, Cultura e Poder pela Universidade do Sagrado Coração.
Lourdes Feitosa, Centro Universitário Sagrado Coração
Possui Graduação em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Mestrado em História e Sociedade pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Doutorado em História Cultural pela Universidade Estadual de Campinas e Pós-Doutorado em História e Cinema pela Unesp/Bauru. É pesquisadora associada da Universidade Federal de São Paulo (Antiguidade e Modernidade); colaboradora da Universidade Estadual de Campinas (Laboratório de Arqueologia Pública e Centro do pensamento Antigo); professora/pesquisadora Adjunto II do Centro Universitário Sagrado Coração (Unisagrado); professora do Programa de Mestrado em Educação Sexual da Unesp/Araraquara e Coordenadora do curso de Especialização em História, Cultura e Poder do Unisagrado. Líder do Grupo de Pesquisa Gênero, sexualidade e sociedades em parceria com Maria Ivone Marchi-Costa, e membro do Grupo Antiguidade e Modernidade: História Antiga e Usos do Passado, da Unifesp, ambos cadastrados no CNPq. Membro da Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos (SBEC) e da Associação nacional dos Professores de História (ANPUH). 
Publicado
2021-05-04
Seção
Dossiê | Special Issue | Dossier