Políticas Editorias

Foco e Escopo


A RHR tem por finalidades:

a. Enfocar as questões teórico-historiográficas pertinentes à História Regional em sua concepção mais ampla;

b. Difundir a produção científica do DEHIS/UEPG;

c. Propiciar o debate teórico e historiográfico, sobre sua área de enfoque específico

d. Servir de canal de expressão para a produção de cunho estadual, nacional e internacional na área de História Regional;

Processo de Avaliação pelos Pares


Todos os artigos apresentados à RHR serão submetidos à apreciação de dois pareceristas, membros dos Conselhos ou assessores ad hoc,observando-se a titulação mínima de Doutor(a) e especialidade na área do artigo em questão. Havendo pareceres contrários, os artigos serão encaminhados a um terceiro parecerista.

Será garantido o anonimato de autores e pareceristas no processo de avaliação dos artigos. À Mesa Editorial fica reservado o direito de publicar ou não os textos enviados de acordo com a pertinência em relação à programação dos eventuais dossiês da revista.

Política de Acesso Livre


Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

Arquivamento


Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração.

Missão da Revista de História Regional


A Revista de História Regional define-se como espaço de divulgação de trabalhos que tenham enquadramento teórico e metodológico dentro do campo de pesquisa em História e Região. Articulada ao debate epistemológico na história e nas ciências sociais, a revista tem por objetivo discutir a historicidade das práticas sociais e culturais, das construções discursivas e da produção de sentidos que, no tempo e no espaço, resultam em distintos processos de regionalizações. Diferentemente de uma abordagem tradicional, que a caracterizava como uma porção da superfície terrestre possuidora de determinadas características homogêneas e limites geográficos e/ou políticos rígidos, a noção de “região” é, atualmente, concebida como um artefato sociocultural mutante, uma produção de diferentes grupos, classes e culturas que a constroem mediante determinadas vivências e representações. Neste sentido, uma região é tanto um espaço físico, ambiental e material quanto um espaço imaginário, simbólico e ideológico. E uma dimensão é inseparável da outra. Considerando tal multiplicidade, definir a região implica estabelecer delimitações espaço-temporais para uma pesquisa. Ao adotar uma perspectiva de escala, implícita ou explicitamente, define-se o que é significativo no fenômeno, ocultando ou dando visibilidade a determinados aspectos da realidade. No jogo de escalas de observação, mudam as variáveis de análise e a irredutível complexidade do fenômeno histórico se impõe, o que exige dos pesquisadores não apenas a formulação de novas construções teóricas, metodológicas e historiográficas como também novas sensibilidades para a compreensão daquilo que chamamos de história regional.