Memórias ancestrais e filosofias africanas forjando caminhos para uma educação afrorreferenciada

Resumo

Este ensaio é mais que tudo um convite, uma mensagem que parte de nossos chãos de pertencimentos, de nossas experiências na busca de aprendermos a ler o mundo para além do que as peles de papel (livros) nos dizem. Forjando outros modos de aprender / ensinar, de construir uma educação afrorreferenciada mediada pelas filosofias africanas que são tecidas por tradições, valores e culturas preservadas e transmitidas por memórias ancestrais bordadas em nossos corpos, em práticas cotidianas de solidariedade, de cuidado, de respeito à natureza, as nossas sensibilidades, à ancestralidade. É convite à escuta sensível, ao aprender ouvindo as pessoas anciãs que nos apresentam ferramentas outras para construção de uma educação para as relações étnico-raciais harmônica, plural e integradora.

Palavras-chave: Senioridade. Metodologias Afrorreferenciadas. Educação para as Relações Étnico-Raciais (ERER).

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Biografia do Autor

Adilbênia Freire Machado, Universidade Federal do Ceará / Associação Brasileira de Pesquisadoras/es Negras/os (ABPN)

Coordenadora do Eixo Filosofia Africana e Afro-Diaspórica da Associação Brasileira de Pesquisadores Negr@s (ABPN). Doutora em Educação (UFC); Mestra em Educação (UFBA).

Lorena Silva Oliveira, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Doutoranda em Filosofia – PPGF/UFRJ. Pesquisadora Associada ao Núcleo de Estudos Afro-brasileiros – NEAB/UFU. Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ).

Publicado
2022-01-10
Como Citar
FREIRE MACHADO, A.; SILVA OLIVEIRA, L. Memórias ancestrais e filosofias africanas forjando caminhos para uma educação afrorreferenciada. Práxis Educativa, v. 17, p. 1-15, 10 jan. 2022.
Seção
Dossiê: Relações étnico-raciais: práticas e reflexões pedagógicas