Normalistas Negras: formação de professoras em ambiente silenciador

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DOI:

https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.17.18344.060

Resumo

Este artigo é resultado de uma pesquisa que se propôs compreender quais são as possibilidades da construção da identidade étnico-racial no curso de Magistério. Para tal, dialoga-se com três mulheres, negras e normalistas egressas de uma instituição secular localizada na cidade de Muzambinho, Sul de Minas Gerais. Por meio de suas narrativas, buscou-se entender rupturas, possibilidades e conquistas de direitos a partir da formação adquirida. História oral foi a principal abordagem de pesquisa. Os seguintes procedimentos também foram utilizados: análise de fotografias, consulta de documentação escolar no acervo da instituição, revisão de literatura. Os resultados alcançados apontam que as normalistas negras constroem a sua identidade étnico-racial em um ambiente formativo silenciador que é orientado ideologicamente por valores pautados na branquitude.

Palavras-chave: Professoras negras. Identidade negra. Racismo institucional.

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Biografia do Autor

Laura Rodrigues Paim Pamplona, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais

Mestre em Educação. Técnica em Assuntos Educacionais no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais.

Natalino Neves da Silva, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutor em Educação. Professor Adjunto da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais.

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Publicado

2022-05-03

Como Citar

PAMPLONA, L. R. P.; SILVA, N. N. da. Normalistas Negras: formação de professoras em ambiente silenciador. Práxis Educativa, [S. l.], v. 17, p. 1–15, 2022. DOI: 10.5212/PraxEduc.v.17.18344.060. Disponível em: https://revistas2.uepg.br/index.php/praxiseducativa/article/view/18344. Acesso em: 20 maio. 2022.

Edição

Seção

Dossiê: Relações étnico-raciais: práticas e reflexões pedagógicas