Tecnologias digitais e formação permanente de professores: continuidade ou insurgências?

Resumo

O artigo tem como objetivo discutir a utilização das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) junto às demandas educacionais contemporâneas. Para tanto, optou-se pelo estudo da educação brasileira a partir da chave analítica proposta por Paulo Freire, em sua defesa dos processos formativos permanentes. Para além das disposições cultivadas pelas referidas tecnologias e seus impactos nas diversas instâncias sociais, o artigo procura investigar a contextualização das estruturas de poder em que tais tecnologias se assentam, de modo a torná-las aptas ao aprimoramento dos processos de ensino e aprendizagem, com vistas à emancipação dos atores escolares.

Palavras-chave: Formação permanente. Tecnologias digitais da informação e comunicação. Educação escolar.

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Biografia do Autor

Maria José da Silva Dias, Universidade Paulista

Doutoranda em Educação pela Universidade Federal de São Paulo *Unifesp). Mestra em Educação pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Professora Coordenadora do curso de Licenciatura em Sociologia na Universidade Paulista e Professora Tutora na Fundação Getúlio Vargas.

Lucila Pesce, Universidade Federal de São Paulo

Mestre e Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Professora do Departamento de Educação da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e professora credenciada no Programa de Pós-Graduação em Educação da UNIFESP.

Publicado
2021-03-31
Seção
Dossiê: Paulo Freire (1921-2021): 100 anos de história e esperança