Movimentos sociais na cultura digital e formação humana

Palavras-chave: Formação Humana, Movimentos Sociais, Cultura digital, Human formation, Social movements, Digital culture, Formación humana, Movimientos Sociales, Cultura Digital

Resumo

Este artigo apresenta o recorte de uma pesquisa que analisou a atuação dos sujeitos participantes dos movimentos sociais, na cultura digital, e sua relação com a formação humana cidadã. O conceito de formação humana cidadã é discutido a partir de Suchodolski (2002), Freire (1996), Severino (1994, 2005, 2006, 2010) e Santos (2007). Entende-se que os movimentos sociais são agentes de transformação da sociedade, como apontado por Gohn (2010a, 2010b, 2014), Castells (2013) e Scherer-Warren (1989). Produziu-se, assim, um diálogo com um coletivo feminista. Utilizou-se dos recursos da roda de conversa e análise da mídia social Facebook do grupo pesquisado, no contexto de uma pesquisa qualitativa. Verificou-se que sua atuação possibilita a ampliação da formação humana cidadã em relação à transformação da realidade dos seus participantes. Vive-se a necessidade da existência dos movimentos sociais on-line e off-line como agentes fundamentais de transformação social. Palavras-chave: Formação Humana. Movimentos Sociais. Cultura digital. Abstract Social movements in digital culture and human formation This paper presents a research cut-off that analyzed the performance of the subjects participating in social movements, in the digital culture, and its relation with citizen human formation. The concept of citizen human formation is discussed from Suchodolski (2002), Freire (1996), Severino (1994, 2005, 2006, 2010) and Santos (2007). It is understood that social movements are agents of transformation of society, as pointed out by Gohn (2010a, 2010b, 2014), Castells (2013) and Scherer-Warren (1989). Then, a dialogue with a feminist collective took place. The features of conversation wheel and analysis of the social media Facebook of the research group were used, in the context of a qualitative research. It was verified that its performance makes the amplification of the citizen human formation in relation to the transformation of the reality of its participants possible. There is a need for the existence of on-line and off-line social movements as fundamental agents of social transformation. Keywords: Human formation. Social movements. Digital culture. Resumen Movimientos sociales en la cultura digital y formación humana Este trabajo presenta el recorte de una investigación que analizó la actuación de los sujetos participantes de los movimientos sociales, en la cultura digital, y su relación con la formación humana ciudadana. El concepto de formación humana ciudadana se discute a partir de Suchodolski (2002), Freire (1996), Severino (1994, 2005, 2006, 2010) y Santos (2007). Se entiende que los movimientos sociales son agentes de transformación de la sociedad, como señala Gohn (2010a, 2010b, 2014), Castells (2013) y Scherer-Warren (1989). Se produjo, así, un diálogo con un colectivo feminista. Se utilizaron los recursos de la rueda de conversación y análisis del medio social Facebook del grupo investigado, en el contexto de una investigación cualitativa. Se verificó que su actuación posibilita la ampliación de la formación humana ciudadana en relación a la transformación de la realidad de sus participantes. Se vive la necesidad de la existencia de los movimientos sociales en línea y fuera de línea como agentes fundamentales de transformación social. Palabras clave: Formación humana. Movimientos Sociales. Cultura Digital.

Biografia do Autor

Juliano Carrer, Universidade do Extremo Sul Catarinense
Mestre em Educação pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) com pesquisa em educação, formação humana e movimentos sociais. Possui graduação em Física pela Universidade Federal de Santa Catarina (2006) e especialização em Adolescência e Juventude no mundo contemporâneo. Atua como docente na rede pública de Santa Catarina e como pesquisador e docente na UNESC. Membro no Instituto Catarinense de Juventude (www.icj.org.br), entidade do terceiro setor, que está a serviço da juventude em Santa Catarina.
Graziela Fatima Giacomazzo, Universidade do Extremo Sul Catarinense
Doutoradoe Mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Graduação em Pedagogia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), Especialização em Psicologia Escolar pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Coordenadora do Setor de Educação a Distância (SEAD UNESC). Líder do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Educação e Cultura Digital CNPq/UNESC, membro do Grupo de Pesquisa Inovação e Avaliação na Universidade CNPq/UFRGS/PPGEDU FACED e do Grupo Observatório de Políticas Educacionais (UNIVALI). Membro da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPED). Membro da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Integra a Rede de Estudos sobre Alvaro Vieira Pinto. Membro do Conselho Municipal de Educação de Criciuma (COMEC) representante da UNESC. Membro do GT EAD da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (ACAFE). Consultor ad hoc da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC. Premiação no Concurso 2006 da Rede Interativa Virtual de Educação, RIVED/MEC/SEED na produção de objetos de aprendizagem. Docente na Unidade Acadêmica de Humanidades, Ciência e Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) desde 2000, Graduação e Pós-Graduação Sricto Sensu (Mestrado/Doutorado). Integra o Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Pedagogia e Curso de Física (Parfor). É coordenadora do Sub-Projeto Pedagogia da UNESC no Programa Residência Pedagógica / CAPES.  
Publicado
2019-10-01