FERNANDO PESSOA, SÁ-CARNEIRO E CÔRTES-RODRIGUES, O TRIÁLOGO EM ORPHEU

Anabela Azevedo de Almeida Barros

Resumo


No final da vida, Fernando Pessoa evoca Armando Côrtes-Rodrigues como quem é "diretamente de Orpheu" e Violante de Cysneiros, personalidade literária do poeta açoriano, "uma maravilha subtil de criação dramática". Neste artigo, apresentamos factos que estarão na base destas afirmações: o diálogo que em tempo de Orpheu, ou seja entre 1912 e 1916, o poeta açoriano estabeleceu com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, os coração e cérebro da revista, e a singularidade de Violante de Cysneiros no universo heteronímico.  


Palavras-chave


crítica literária

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DOI: http://dx.doi.org/10.5212/uniletras.v38i2.9464

 

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