Gênero nas Políticas Educacionais do Estado da Paraíba: (Des)Continuidades

Rafael Ferreira de Souza Honorato, Maria Zuleide da Costa Pereira

Resumo


O presente artigo objetiva discutir a generificação das políticas educacionais e curriculares para a Educação de Jovens e Adultos na rede estadual de ensino do estado da Paraíba, após os avanços do conservadorismo no cenário nacional e internacional. Foram analisadas a Lei Nº 10.488, de 23 de junho de 2015 e as Diretrizes Operacionais para o Funcionamento das Escolas da Rede Estadual de Ensino de 2012 a 2017. Elegemos como aportes teóricos autores/as como Silva (1994); Gentili (1995); Cadernos de Pesquisa (1997); Peroni (2003); Oliveira (2000); Freitas (2012); Bowe, Ball e Gold (1992) e Ball (1989, 1994); Ball, Maguire e Braun (2016). Os estudos e pesquisas destes últimos autores/as fazem parte do nosso microscópio epistemológico por realizarem análises sobre as políticas educacionais que provocaram as reformas educacionais na Inglaterra e se desdobraram no cenário mundial. Argumentamos que essa perspectiva de análise das políticas educacionais direciona nossa compreensão em tempos políticos marcados pela expansão do conservadorismo e fundamentalismo. Assim, negligenciar as questões inerentes à diversidade fortalece a sua invisibilidade nos espaços formativos dos profissionais da educação, alargando-se um espaço de fomento do pensamento conservador.


[1] Termo utilizado por Connell e Pearse (2015).


Palavras-chave


Políticas; Educação; Currículo; Gênero

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DOI: http://dx.doi.org/10.5212/Rlagg.v.8.i2.0013

 

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