CARACTERIZAÇÃO MINERAL DE UM LATOSSOLO VERMELHO DISTRÓFICO DA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS UTILIZANDO DIFRAÇÃO DE RAIOS-X, ESPECTROSCOPIA DO INFRAVERMELHO E FLUORESCÊNCIA DE RAIOS-X.

Thiago Gilberto do Prado, Vinicius Leme de Mello, Maurício Batista dos Santos, Luciano Fernandes

Resumo


Devido às atividades agrícolas, a procura por sistemas de manejo que preservem ou melhorem a qualidade do solo, tem se tornado uma busca constante. Com o aumento da população mundial e o consequente aumento da demanda por alimentos, a minimização dos impactos causados no solo é de fundamental importância. Para entender tais aspectos, juntamente com a escolha mais adequada do sistema de manejo, a compreensão da estrutura mineralógica do solo se faz indispensável. Sendo assim neste artigo estaremos caracterizando mineralogicamente por meio de técnicas analíticas com difração de raios-X (DRX), espectroscopia de infravermelho (FTIR) e fluorescência de raios-X um Latossolo vermelho distrófico submetido ao plantio direto e comparando com os resultados do mesmo solo em seu estado natural (solo da mata). As técnicas aplicadas mostraram resultados semelhantes quanto a mineralogia das amostras, sendo que tanto no solo natural quanto no submetido ao plantio direto, foram encontrados praticamente os mesmos minerais. Como resultado encontramos fortes indícios da presença de minerais como gibssita, goethita, haloisita, quartzo, caulinita, rutílio e entre outros.

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