Coberturas telejornalísticas sobre a morte: ponderações sobre o Jornal Nacional

Michele Negrini

Resumo


A morte constantemente tem valor como notícia no telejornalismo. No Jornal Nacional, diversos casos sobre a finitude humana fazem parte da pauta cotidiana. Alguns casos, dependendo de suas especificidades, ganham mais espaço e recebem coberturas mais aprofundadas. Este artigo tem como objetivo fazer uma reflexão sobre coberturas jornalísticas de morte em televisão e discutir sobre as relações de historicidade presentes nas narrativas sobre finitude humana no JN. Para tanto, vamos discorrer sobre a cobertura do JN ao assassinato da adolescente de Santo André, Eloá Pimentel; à morte do astro Michael Jackson; e à tragédia da boate Kiss. Com a realização do estudo, percebe-se que os casos de morte verificados são retratados de forma a permitir um espaço de mediação para expressar o choro diante do fim da vida.

 


Texto completo:

PDF
';



Indexadores: LatindexIBICT/ SEERREVIScomDiadorim; EBSCO; Dialnet; Doaj

Creative Commons BY-SA 3.0 - Revista Pauta Geral - estudos em jornalismo 2014 - 2018, periódico científico do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UEPG: É permitido copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial, desde que citada a fonte. Aqueles que o fizerem, devem manter o mesmo padrão de direito autoral.