ESTUDO DE MEDIDAS NÃO-ESTRUTURAIS PARA CONTROLE DE INUNDAÇÕES URBANAS

Autores

  • Alceu Gomes de Andrade Filho
  • Marcos Rogério Széliga
  • Carolina Ferreira Enomoto

DOI:

https://doi.org/10.5212/publicatio.v6i01.747

Resumo

O Brasil está vivenciando um processo de urbanização dos mais intensivos já observados. O aumento populacional impulsionou uma série de elementos, como o aumento das áreas impermeabilizadas. Isto traz como conseqüências o aumento das áreas impermeáveis, modificações no sistema de drenagem anteriormente existente, incremento das velocidades de escoamento superficial reduzindo os tempos de pico de enchentes, amplificando-os, e, reduzindo a recarga do lençol freático. Os sistemas de drenagem urbana são sistemas preventivos de inundações, principalmente nas áreas mais baixas das comunidades sujeitas a alagamentos ou marginais de cursos naturais de água. É evidente que no campo da drenagem, os problemas agravam-se em função da urbanização desordenada. O controle de enchente significa o gerenciamento do excesso de água. Ele é dividido em dois conceitos: Gerenciamento das áreas de enchente e Gerenciamento da água pluvial urbana. As medidas não-estruturais visam a melhor convivência da população com as enchentes e são de caráter preventivo. Podem ser agrupadas em: Regulamento do uso da terra; Construções à prova de enchentes; Seguro de enchente; Previsão; Alerta de inundação. A primeira fase do estudo se constituiu numa revisão da literatura na qual buscou-se elencar e caracterizar diversos tipos de soluções não-estruturais. Na segunda fase as soluções foram classificadas de acordo com o cenário de ocupação da bacia hidrográfica (bacias não-urbanizadas, parcialmente urbanizada e urbanizadas). Na terceira fase escolheu-se a Bacia do Arroio de Olarias em Ponta Grossa, Paraná para simulação de alguns soluções não estruturais.

Palavras-chave: inundação, medidas não-estruturais, enchentes, drenagem

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