A MENTALIDADE RENASCENTISTA ATRAVÉS DA EUROPA ATÉ A COLÔNIA: DO PRESTÍGIO DA INTELECTUALIDADE A VALORIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Artur Lemos Campos

Resumo


A obra[1] de Agnolin será ponto de partida para este artigo. Visão de um homem no renascimento, de uma existência – ou não – da alteridade, e da relação com o Selvagem da América. Sendo esse ponto essencial para o entendimento de como é consolidada uma visão, uma mentalidade, em relação aos americanos em relação a tudo o que se propõe o humanismo e o renascimento, chegando na sua culminância, o Iluminismo. Vislumbra-se, então, o legitimar da Educação.


[1]        Referente a obra Jesuítas e Selvagens: a negociação da fé no encontro catequético-ritual americano-tupi (séculos XVI –XVII) de Agnolin, 2007.


Palavras-chave


Humanismo; Renascimento; Iluminismo; Educação; Selvagem; Civilização.

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