ENTRE MIO-MIOS E EMBIRAS: HOMENS E ANIMAIS NO CAMINHO DAS TROPAS

Tayná Gruber, Alessandra Izabel de Carvalho, Ilton Cesar Martins

Resumo


Esta pesquisa tem por intento compreender como os sujeitos que atuaram como tropeiros entre as décadas de 1890 a 1930, interagiram com os fatores bióticos e abióticos da Mata Atlântica característica dos campos de Ponta Grossa (PR). As fontes utilizadas são entrevistas com tropeiros do período e o diário de viagem de Reinaldo M. Silveira Loureiro (1891). O estudo desse material frisa as seguintes questões: a análise da relação desses sujeitos com suas tropas, em especial com os muares e a égua madrinha; traçar as possíveis relevâncias do relevo para o tropeirismo e, mais especificamente, para o tropeiro; analisar a forma como estes descrevem a vegetação e relação que engendram com as mesmas além das suas narrativas sobre os eventos naturais. Como base teórica, este trabalho dialoga com pensadores da história ambiental.


Palavras-chave


Tropeiros; Memórias; Ponta Grossa; História Ambiental.

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